Processo antes da máquina
Só especificamos robô depois de entender o tempo de ciclo, o gargalo e a variação entre turnos. Solução genérica não resolve problema específico.
A Quoryntel começou com três engenheiros cansados de ver projetos de automação bonitos no papel e frágeis na operação. Montamos uma agência para fazer diferente: perto do processo, acompanhando cada célula até ela virar rotina.
Existimos por uma convicção simples: automação é meio, produção estável é o fim.
Entre 2016 e hoje, comissionamos mais de cento e quarenta células em setores como autopeças, alimentos, embalagens e bens de consumo. Cada uma nos ensinou algo que nenhum manual traz: o detalhe do processo real, a manha do operador, o ponto onde a teoria encontra o pó do galpão.
Não crescemos pelo número de contratos. Crescemos pela quantidade de linhas que continuam rodando anos depois que entregamos. É esse o indicador que levamos a sério.
Quatro compromissos que orientam o trabalho, do primeiro estudo à última visita de manutenção.
Só especificamos robô depois de entender o tempo de ciclo, o gargalo e a variação entre turnos. Solução genérica não resolve problema específico.
Preferimos atender bem a poucos do que atender rápido a muitos. Cada projeto tem quem o desenhou presente no comissionamento.
Treinamos operadores e mantenedores para que a equipe conduza o sistema com autonomia. Autonomia da planta é entrega, não risco.
Continuamos por perto quando o contrato de instalação termina, por manutenção contratada ou atendimento sob demanda.
Todo projeto respeita a NR-12 e a documentação técnica exigida. Segurança não é acessório, é parte do desenho.
Medimos disponibilidade, tempo de ciclo e falhas. Recomendação sem número é opinião, e opinião não sustenta linha de produção.
Um time enxuto de integradores e mantenedores que se revezam entre o desenho da solução e a partida na planta.
Quinze anos em plantas de autopeças. Cuida da lógica de PLC e da integração com supervisórios e sistemas de gestão.
Mecatrônica pela Unicamp. Responsável pelos sistemas de inspeção, medição e rastreabilidade das linhas.
Ex-técnico de linha de embalagens. Lidera comissionamento e o atendimento em regime nos contratos de manutenção.
Especialista em robôs colaborativos e trajetórias de solda. Conduz as demonstrações de célula da comunidade.
Trabalha o monitoramento de vibração e corrente. Transforma sinal de sensor em plano de manutenção.
Faz os estudos de tempo de ciclo e a simulação inicial. Primeiro contato entre a planta e a engenharia.
A gente não vende robô. A gente devolve para a planta uma linha que trabalha sozinha e não surpreende.
Rafael Menezes · sócio-fundador
Marque uma conversa inicial. Ouvimos o processo, olhamos o gargalo e só então falamos de automação.